Edifícios sustentáveis no Brasil

Os edifícios sustentáveis estão cada vez mais comuns nas construções brasileiras, e a tendência é que projetos futuros, sigam na mesma linha de pensamento.

De acordo com pesquisas realizadas com mais de 2 mil prédios comerciais em São Paulo, e foi constatado, que esses edifícios possuem uma reavaliação entre 4% e 8% por metro quadrado de aluguel.

Logo, entende-se que, o inquilino recebe descontos no momento do pagamento de seu aluguel devido, o fato, da conta de luz ser reduzida drasticamente.

A conta é reduzida, devido a utilização de painéis solares, que compõe assim o sistema fotovoltaico.

Como dito no parágrafo acima, um dos pré-requisitos, para os edifícios sustentáveis, é dispor de painéis solares, no qual geram a energia solar.

Além de ser limpa e renovável, a energia gerada pela fonte reduz significativamente os custos do condomínio com eletricidade.

Dados apontam que os edifícios verdes ou sustentáveis, tem afinal, taxas de condomínio de 15% a 25% a menos se comparados com prédios convencionais.

No Brasil, desde 2007, o órgão de certificação é o GBC Brasil – Green Building Council.

Que já acumulou 1.400 inscrições e emitiu 552 certificados nas áreas de comércio, indústria e serviços.

A organização também emite três outras certificações internacionais: GBC Casa; Condomínio GBC; e GBC Brasil Zero Energy.

Ferramenta que visa alcançar o equilíbrio entre consumo e geração de energia.

EXEMPLO NA PRÁTICA SOBRE OS EDIFÍCIOS SUSTENTÁVEIS 

Um exemplo que daremos, é da Dimas Volvo, que está prestes a obter certificação da GBC Brasil, logo, será a primeira concessionária de Florianópolis a obter essa certificação.

A referia instituição, tem instalado em sua loja um sistema fotovoltaico, com capacidade de 34,56 KWp.

Outro exemplo, fica na cidade de Palhoça, próximo a capital de Santa Catarina.

A Pedra Branca Empreendimentos, desenvolveu uma fazenda solar, em um bairro totalmente planejado, com um conceito de cidade criativa.

A empresa também investiu R$ 130 mil, no final de 2016, em um sistema fotovoltaico instalado no topo do edifício que foi alugado aos Escritórios da Átrio, condomínio com 213 salas de compras e lojas.

O equipamento com 31 kWp e distribuído em 99 módulos fotovoltaicos, gerando cerca de 38 mil kWh por ano.

OUTROS LOCAIS QUE ADERIRAM A ESSA PRÁTICA NO BRASIL

Em Itajubá, Minas Gerais, foi inaugurado há um ano, o Cinema A do município, considerado certamente o primeiro cinema brasileiro a obter o a certificação da GBC Brasil.

A construção contempla desde então, o uso de chuva e iluminação natural até detalhes como filtração da água utilizada na obra.

O sistema tem uma potência de 123,75 kWp, e abastece mais da metade da energia consumida.

Gerando uma economia de quase R$ 150.000 (US$ 37.000) no primeiro ano de operação.

Por fim, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a primeira casa sustentável recebeu sua certificação em junho de 2019.

A residência atende a diversas exigências do GBC Brasil, como o manejo da drenagem de águas pluviais, torneiras controladas pelo fluxo, paisagismo com espécies nativas, painéis de aquecimento solar e o uso de madeira certificada e medidor de dióxido de carbono.

Contudo, o sistema tem capacidade de 2,16 kWp e uma geração média mensal de 273 kWh, garantindo uma economia de até 50% na conta de energia e um retorno sobre o investimento de até sete anos.


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